Caso Beatriz. - NOTÍCIAS.

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domingo, 9 de agosto de 2020

Caso Beatriz.

 9 de Agosto de 2020.

Comunitário citado por Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angelica, se pronuncia e rebate genitora da garota assassinada em 2015.


Na noite da ultima quinta feira, 06, o comunitário Edvanílson Amorim, teria sido citado, em live, da mãe da garota Beatriz Angelica da Mota, assassinada na noite do dia 10 de dezembro de 2015, nas dependências do colégio Maria Auxiliadora, na região central de Petrolina-PE, no sertão. O comunitário, afirma ter sido pego de surpresa, ao ter sido citado pela genitora da garota, que o citou em alguns momentos da live, inclusive lhe fazendo acusações, que segundo Edvanílson, não procedem. "No momento em que me encontrava sentado próximo a gruta, fui abordado pela

senhora. Lucinha Mota, perguntando se teria visto uma criança com uma blusa branca igual a dela, respondi que não e de imediato peguei o meu celular e liguei para o porteiro, no qual perguntei se uma criança com tais características teria passado por lá, informou que não teria visto. Ressalto, que em nenhum momento estava suando e gelado como foi afirmado por Lucinha Mota, até porque para ser realizada tal afirmação necessitava de um contato físico, fato que não ocorreu", rebate, ele.


Leia a integra da reposta de Edvanílson sobre a colocações de Lucinha Mota, no Caso Beatriz


Na noite desta quinta feira (6 de Agosto), fui surpreendido por ter minha imagem e nome divulgados em live, pela Sra. Lucinha Mota, razões pela qual resolvi me

pronunciar acerca das graves acusações proferidas.

Eu, Edvanílson Amorim, nasci e me criei nesta cidade, constituí família e sou genitor de dois adolescentes, ressalto que não possuo antecedentes criminais e venho prestando serviços comunitários a cidade de Petrolina por mais de 35 anos, sempre me empenhei em ajudar o próximo, a reivindicar por melhorias nas, como é de conhecimento público.

Fui contratado pela empresa terceirizada GMS em 6 de Agosto de 2015, para prestar serviços de segurança ao colégio Nossa Senhora Auxiliadora, devido ao fato de jovens estarem adentrando a instituição de ensino em período noturno para cometer atos de vandalismo, em novembro foram identificados como ex alunos, sendo detidos na quadra do colégio por atearem fogo em diversas salas, inclusive

na sala que foi o local do crime no caso Beatriz.


Em 10 de Dezembro de 2015, não foi repassado para empresa GMS quaisquer informações sobre a realização de uma festa de formatura naquela noite, fui notificado pelo porteiro da instituição o Sr. Fabio, no ato do meu plantão que a confraternização estava sendo realizada naquele momento, por volta das 19 horas em percurso próximo a primeira quadra encontrei a Irmã Fátima acompanhada com outras duas pessoas funcionárias, perguntei se era para acender as lâmpadas, porém ela disse que não era preciso. No momento em que me encontrava sentado próximo a gruta, fui abordado pela senhora Lucinha Mota, perguntando se teria visto uma criança com uma blusa branca igual a dela, respondi que não e de imediato peguei o meu celular e liguei para o porteiro, no qual perguntei se uma criança com tais características teria passado por lá, informou que não teria visto. Ressalto, que em nenhum momento estava suando e gelado como foi afirmado por Lucinha Mota, até porque para ser realizada tal afirmação necessitava de um contato físico, fato que não ocorreu.

A senhora Luzineide, funcionária da instituição de ensino, faltou com a verdade ao afirmar ter me visto na mangueira, as filmagens das câmeras que foram acolhidas pela polícia civil mostram que eu não estava naquele horário e local. Quando as demais pessoas iniciaram as buscas pela menina Beatriz, comecei acender as lâmpadas das áreas que estavam escuras, no intuito de facilitar nas buscas, ocorre que faltando apenas uma última lâmpada para ser acesa, notei que o senhor Adaílton acendeu uma lâmpada próximo a sala de balé e em seguida foi para mangueira, instante em que ouvi alguns gritos dizendo que tinham encontrado a criança, me dirigi até essas pessoas e fui informado do que teria acontecido.


No que diz respeito as chaves, é de extrema importância destacar que em nenhum acontecimento da barbárie os funcionários começaram a procurar as chaves do portão grande para entrada do IML, logo em seguida o Sr. Erildo me entregou um molho de chaves, afirmando que o Sr. Adailton mandou me entregar para que assim eu pudesse abrir o portão grande.


Sempre me dispus a polícia para esclarecimento dos fatos, nunca troquei de numero e nem de residencia, fiz exames periciais, foram analisados o meu DNA, minhas impressões digitais, farda que utilizava naquela noite e o telefone celular foi analisado por mais de 15 dias. Me solidarizo com o sofrimento de Lucinha Mota, desejo justiça da mesma maneira que ela, porém peço que parem de expor minha imagem e o local onde resido, tendo em vista que foi um crime de clamor social, estejam convictos que ver esse caso solucionado tornou-se um dos meus maiores sonhos, tenho esperanças e muita fé em Deus, por isso creio que tudo será desvendado e que viveremos em paz, pois a justiça será feita, estou a disposição de todos.


 Assina a nota:

Edvanílson Amorim.


Por: Cláudio Farias.

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